De que é que me vale a Europa se, no último sábado, foi o Pacaembu o lugar mais bonito do mundo? Que belas construções meus olhos enxergam, se nenhuma delas é mais imponente que o sempre nosso Paulo Machado de Carvalho? E qual é o museu capaz de guardar consigo estes noventa minutos de história tão grandiosa? Herói foi mesmo Michael Collins ou é este Felipe, nos ombros de seu povo fiel?
Para que me servem as blusas, se o calor com o qual queria ter me aquecido era o do meio da multidão, com a camisa despida agitada em círculos? Que necessidade é essa do idioma estrangeiro, se a mensagem mais importante está em português claro? O Coringão voltou, o Coringão voltou, o Coringão voltou.
Para que me servem as blusas, se o calor com o qual queria ter me aquecido era o do meio da multidão, com a camisa despida agitada em círculos? Que necessidade é essa do idioma estrangeiro, se a mensagem mais importante está em português claro? O Coringão voltou, o Coringão voltou, o Coringão voltou.
No sábado passado, talvez pela primeira vez desde o último 3 de setembro, eu tenha ficado triste por não estar no Brasil.

2 comentários:
O texto está, como sempre, muito bem escrito e envolvente... mas futebol até aqui??? rsss
Estou contigo nessa, meu irmãozinho!! E agora ainda somos campeões. Salve o alvinegro. Salve os homens distantes da Nação!
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