domingo, 21 de novembro de 2010

Gênio inenarrável

O texto é dele. Sem quase nada conseguir dizer agora, faço pretensiosamente das palavras dele pra mim as minhas pra ele:

http://madrugaemclaro.blogspot.com/2010/11/genio-inenarravel.html

Valeu, Ernani.

2 comentários:

Mr. Lemos disse...

Irmão, como vc disse... ao sair de casa ouvíamos apenas o som das malas sendo puxadas. E elas faziam muito barulho, como se quisessem desesperadamente produzir mais atrito e se agarrar ao chão para não partir. Mas elas foram feitas com rodas exatamente para que continuassem em movimento...

Com o tempo a gente aprende a respeitar as rodas... mas não dá pra desaprender o valor (e a dor) da saudade...

Felicidade, meu parceiro!

Anônimo disse...

Inenarrabilíssimo!
!!!
Crespito, lendo isso tudo me alembrei de quando convivíamos, e a sensação hiperbólica é a mesma. Saudades. Espero que escreva sobre esse tão falado mochilão e a sua volta pro Brasil.
Beijos mis,
Bartinha